Ofereço a ti esta bebida barata
que aquece minhas entranhas
enquanto me moldo novamente
em imaginaçoes estranhas
Ofereço a ti esta bebida barata
minha unica companheira
que ouve minhas lamurias
da primeira a derradeira
Ofereco a ti esta cabeça girando
que nao foca o olhar em nada tangivel
que escorre sangue pelos ouvidos
e se lembra da aurora inesquecivel
Ofereco a ti este regorgito
que espele palavras potridas
em meio as lembrancas
e lembrancas das noite idas
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Jovens militantes de uma causa postuna
Ola!! Esta e a primeira vez que eu posto no meu novo blog, sendo assim, nada mais justo que postar minha mais nova musica. Claro que o mérito não é somente meu, pois existem mais pessoas envolvidas nesse projeto, como o Gustavo "Suna" Lira, César "ET", e Rafael "Rafinha". Obrigado esses amigos magníficos que são, e pela disposição de me ajudarem!!
Ei você porque está aí sentado
O sol já se pôs, já é hora de partir
Sabe, essa nostalgia entre o acordar e dormir
Nosso tempo já está esgotado
Eu não quero ir, vocês podem ir, ir sem mim
Nenhum companheiro vai ficar pra trás, nenhum
Me deixa aqui pra morrer florescer
A roda só gira quando completa
Já não ouço mais tua voz
Já não sinto mais a tua flor
Quero acabar com a dor
A luz no farol é o inimigo
Eu já cansei de dar com a cara no muro
Ninguém quer mais viver assim no escuro
Sozinho a gente não vive, meu amigo
Essa voz cega é o terror maior
Eu me esqueci das cicatrizes
Mal me lembro das minhas raízes
Ouça-me em todos ao seu redor
Ouça-me em todos ao seu redor
Pois essa melodia eu já sei de cor
Eu vou gritar pros 4 cantos
E pedir pra todos os santos Retirar todos os mantos,
que todos possam voltar, que eu possa gritar,
e se tem alguém a me escutar,
vamos todos juntos pra isso tudo acabar
E pode entrar na roda, que sempre cabe mais um.
Ei você porque está aí sentado
O sol já se pôs, já é hora de partir
Sabe, essa nostalgia entre o acordar e dormir
Nosso tempo já está esgotado
Eu não quero ir, vocês podem ir, ir sem mim
Nenhum companheiro vai ficar pra trás, nenhum
Me deixa aqui pra morrer florescer
A roda só gira quando completa
Já não ouço mais tua voz
Já não sinto mais a tua flor
Quero acabar com a dor
A luz no farol é o inimigo
Eu já cansei de dar com a cara no muro
Ninguém quer mais viver assim no escuro
Sozinho a gente não vive, meu amigo
Essa voz cega é o terror maior
Eu me esqueci das cicatrizes
Mal me lembro das minhas raízes
Ouça-me em todos ao seu redor
Ouça-me em todos ao seu redor
Pois essa melodia eu já sei de cor
Eu vou gritar pros 4 cantos
E pedir pra todos os santos Retirar todos os mantos,
que todos possam voltar, que eu possa gritar,
e se tem alguém a me escutar,
vamos todos juntos pra isso tudo acabar
E pode entrar na roda, que sempre cabe mais um.
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